sábado, 6 de dezembro de 2008

Mestre Edu Lobo

Eis aqui um brasileiro, mestre da música, Edu Lobo...
... das quintas, das sextas, das sétimas com nonas, do entendimento de todos os tons, dos sons, da música inteira.




Salve! 


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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Música

Deus criou o homem.
O homem criou a música..
.. para se comunicar com Deus.


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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Professor

Hoje fiz uma visita ao meu professor de violão que me ensinou a ler partitura, a tocar minhas primeiras músicas eruditas, apresentar nos recitais da escola. Professor de verdade, para mim, será sempre meu professor.
Guardo um carinho muito especial por ele.
As aulas eram cheias de músicas e conversas.
Quando me formei, mandei dois convites para ele. Era para ficar bem convidado! E ele esteve lá e me deu um abraço. Ele é mesmo uma pessoa muito importante na minha vida, pois sempre acreditou em mim e me incentivou.

Fiquei quase 3 anos sem vê-lo. Nossa! Não dá pra brincar com o tempo assim.
Mas que bom que fui hoje.

Agora vou ali, pegar uma antiga partitura, no silêncio da noite, e estudar. Semana que vem tocarei para meu mestre.

Que saudade! Que bom poder reencontrar as pessoas queridas de minha vida.


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domingo, 23 de novembro de 2008

Lindo

O amor faz tudo mudar de cor. O tempo passa diferente.
Vamos para outra estação.
Achei linda essa animação.




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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Eu tenho a música

Com ela me comunico. Faço uso nas horas mais difíceis. E encontro paz.
Não dá para explicar muito bem.
Mas perguntei ao meu avô: quer que eu faça uma oração com o senhor ?
E ele respondeu: depois. Mais tarde.
Então eu disse: quer que eu cante uma música ?
E ele respondeu: quero.

E nessa hora senti: que bom que tenho a música.

Poder cantar para o meu avô, segurando sua mão e a outra passando em sua cabeça. Fazendo carinho. Acalentando. Nós dois encontrando a paz que há em nós, através da música, que liga todos os planos.

Sentir plenamente o abraço Divino, que nos acalma.


"Nossa Senhora faz meias. A linha é feita de luz. O novelo é lua cheia. E as meias são pra Jesus".


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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

E sonhos não envelhecem



"As canções antes de tudo são para ser sentidas... lá no fundo da alma... Bem lá... dentro onde fica a verdade de cada um. Daí as canções falam, tocam, experimentam o íntimo de todos e deles se tornam parceiras. Então se as letras das canções precisassem ser explicadas, pra que cantá-las ? Obviamente as melodias são as interpretações das letras... e vice-versa."


Museu Clube da Esquina:
http://www.museudapessoa.net/clube/


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domingo, 16 de novembro de 2008

Identificação musical

Na música mineira eu me acho.





Encontrei no You Tube um documentário da Tv Brasil, dividido em 3 partes, sobre o Clube da Esquina. Movimento musical nascido em Minas Gerais na década de 60. Representado por grandes músicos, compositores, instrumentistas.. Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant, Toninho Horta, Beto Guedes, Wagner Tiso, Flávio Venturini, Tavinho Moura, Márcio Borges..

Vídeos:
Parte 1
Parte 2
Parte 3


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domingo, 2 de novembro de 2008

(Péri)

Lá onde o sol descansa
Amarra sua luz no vento que balança
No veio do horizonte o meio que arredonda
Um caminho de paz

Lá onde a dor não vinga
Nem mesmo a solidão extensa da restinga
Até aonde a vista alcança é alegria
Um mundo de paz

Lá onde os pés fincaram alma
Lá onde os deuses quiseram morar
Lá o desejo
Lá nossa casa lá

Lá onde não se perde
A calma e o silêncio nada se parece
Nem ouro, nem cobiça, nem religião
Um templo de paz

Lá onde o fim termina
Descontinua o tempo
O tempo que ainda
Herança que deixamos do nosso lugar
Um canto de paz

Lá onde os pés fincaram alma
Lá onde os deuses quiseram morar
Lá o desejo
Lá nossa casa lá



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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Planetas



Ganhei de uma amiga que chegou da Itália. A lembrança foi muito bonita e delicada. Gosto muito deste livro.
Fiquei muito feliz por rever minha amiga. Feliz pelo belo presente, pelo abraço, pela dedicatória e carinho.
Dá pra ver pela capa que esse principezinho viaja mesmo pelo mundo contando suas histórias! E parece que faz tudo ficar tão pertinho. Os idiomas mudam, mas as aquarelas continuam as mesmas. São elas que orientam os pontos aonde os planetas se encontram para falar uma mesma mensagem.


" - Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz!"
" - Se tu vieni, per esempio, tutti i pomeriggi alle quattro, dalle tre io comincerò ad essere felice"

" - Vai rever as rosas. Assim, compreenderás que a tua é a única no mundo."
" - Va' a riverde le rose. Capirai che la tua 'e unica al mondo."


Ah! Isso é tão bonito.

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sábado, 11 de outubro de 2008

Na volta que o mundo dá




"Agora aprendi por que o mundo dá volta. Quanto mais a gente se solta. Mais fica no mesmo lugar"...

A menina que acreditava nas fadas

Era uma vez uma linda menina que reacendeu a luz da esperança das fadas. Ela acreditava nas fadas até mesmo quando um pedido não era realizado.
Certo dia a menina foi morar na pontinha da estrela de uma varinha de condão.
Dizem por aí, que quando a estrela pisca, os olhos de uma criança brilham. Falam que é assim que elas comunicam seus sonhos.

Não sei se vejo uma estrela cadente ou a pontinha de uma varinha de condão.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Uma estrela


Reluz dentro de nós a esperança.
O sonho encanta a dor.
As estrelas formam as constelações para nos iluminar.
O silêncio comunica.
O abraço conforta.
A ausência dói.
Ainda bem que há luz. No brilho de nossos olhos.
E uma fadinha a passar..
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O sonho é a mão que acaricia a realidade.
Que o sonho prevaleça à dor.

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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Rebola, bola

O trem vai sair da estação! Resolvemos que vamos para o Japão!

É hora de aquecer o motor: "chic, chic, chic, chic"

O maquinista faz soar o apito do trem: "piuíííí"

Piuííí !!

E começa a canção !!

O que fazer em uma viagem de trem de ferro, se não olharmos pela janela ?
Cada um vê o que quer lá do lado de fora.. Montanhas, cachoeira, girafas, uma casinha bem distante, um macaco pulando. Uma cobra ! Árvores, nuvens, sol. Um tigre !! Um sítio, porquinhos, cavalos ..

Quando alguém não vê nada, fechamos a cortina. É sinal de que a noite vem chegando. Está ficando escuro lá fora. Então é hora de pedir um delicioso lanche!

Piuíí! Segue o trem de ferro!

Cada um escolhe o seu lanche preferido. E lá vem sanduíche, pizza, lasanha, bolo de chocolate, suco, refrigerante e mais suco..

Nesta viagem cada um escolhe sua paisagem, sua cor, seu sabor. E vamos montando um divertido e delicioso cenário. Enquanto o trem viaja longe. Num lugar em que o bilhete de passagem é a própria imaginação.

Num lugar em que o sonho se deleita e brinca com qualquer espaço.


Piuííííí !!!!!!!!!!!!


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sábado, 20 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Arriba



Há alguns minutos cheguei do trabalho. Estava carregando um violão nas costas. Bem ao lado do lugar aonde guardo o violão, estava esta figurinha me esperando!

Que visita ilustre !! Agora ele vai tocar um pouco para mim, enquanto saboreio estes docinhos vindos do mar.
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"Para bailar la bamba, Se necesita una poca de gracia".

Ahi arriba !!


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domingo, 14 de setembro de 2008

O gesto que basta

E a moça que ia triste, passando as mãos nas lágrimas que corriam no rosto, com o coração cheio de saudade, abriu um lindo sorriso.

Por causa do menino, que sem saber o que acontecia, esperou por sua passagem, e lhe fez um gesto, prestando-lhe reverência.

O ar, preso na angústia da ausência injustificada, saiu em um sorriso.

E eu, acompanhando a moça, fui mais uma vez presenteada pelas maravilhas do coração humano.
Nos entreolhamos e sorrimos mais uma vez. Não havia mais nada a ser dito.


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sábado, 13 de setembro de 2008

Histórias de rios



Meu peixinho de estimação está com seqüelas de uma infecção que aconteceu há quase um mês. Mas ele é valente e guerreiro, e luta pela vida com uma força que impressiona. Seu corpo está bastante inchado, bem diferente desta fotografia, quando estava pleno de saúde.
Ainda hoje se alimenta com voracidade e cuida de ficar apoiado em uma árvore, para se manter perto da superfície, lugar de onde retira o oxigênio.
Cada dia acompanho meu peixinho piorando. Vários recursos medicamentosos de uso veterinário e humano foram tentados, sem melhora. Então decidi parar com os remédios esta semana. E meu peixinho, valente, continua respondendo à minha presença e se alimentando. E seu corpinho, cada dia vai perdendo a cor e ficando mais inchado.
Um entendedor de peixes me garantiu que ele viveria somente até o dia 10 deste mês. E ele ainda está aqui. Outras coisas, além de remédios o seguram aqui.
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Decidi que hoje vou me sentar ao lado do aquário e contar histórias de rios para o meu peixe. Se não há recursos medicamentosos que lhe ajudem a melhorar, vou lhe dizer sobre outras águas, bem maiores. Para que ele se liberte e siga seu caminho.
(...)

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Que bandeira é essa ?

É tempo de eleição e tenho visto nas ruas os agitadores de bandeiras. Parada no trânsito, pude dedicar minha atenção às pessoas que seguram e balançam essas bandeiras. É uma coisa que me incomoda. Sempre que passo, olho e observo.
Mas não é a bandeira que me aparece, mas o ser humano que a segura. Sempre penso que poderia ser eu.
Busquei informações sobre quanto eles recebem por este trabalho. Também li algumas matérias sobre isso. Alguns jornais destacam: "Ano de campanha eleitoral é a salvação para diversas famílias. Partidos pagam um salário mínimo por oito horas diárias sem direito a lanche". /"Sem muros, eleição terá mais bandeiras". / "Agitadores de bandeiras de candidatos em BH preferem salário a ideologia. " (..)

Pelo que tenho lido, essas pessoas recebem cerca de R$9,00 a R$15,00 por dia para ficarem em pé balançando bandeiras.

Mas o que me desperta aos olhos é a postura dessas pessoas. Parecem perdidas. As mulheres carregam suas bolsas. Ninguém usa uniforme. Estão de chinelo, bermuda, roupa rasgada. Não há vínculo entre o dono do nome da bandeira e a pessoa que a balança.
Os ombros em geral são caídos. O olhar, o mais significativo, sem rumo, principalmente quando estão sozinhos, distantes dos companheiros de trabalho. Quando não existe uma brincadeirinha ou um carro de som para se refugiarem do constrangimento de segurarem uma bandeira, que por sinal não lhes representa nada.

Ontem fiquei muito tempo olhando essas pessoas. Havia um trio elétrico embalando o "jingle" do candidato. Um agitador de bandeira dançava pagode, como se estivesse em um programa de auditório. Já a companheira do lado olhava para baixo. Sua bandeira balançava com o vento.
Só dava para ver a cor. O nome do candidato não. Mas não faz diferença ter algo escrito.

Que falta de cuidado do político que se serve dessas pessoas. Ele nem sabe quem são elas. Também não deve saber para que a bandeira que lhe representa existe.

Isso é a mostra pura e verdadeira de como vive o brasileiro. De como está a situação de nosso país.

A esperança não está na bandeira. Deve estar no olhar de quem a sustenta.

Para mim, não há nada que deponha mais contra o candidato do que suas bandeiras erguidas por pessoas que estão esquecidas.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Hein, o que eu faria ?

Hein?
Eu cantaria !




"E Se.." Música de Hélio Ziskind. Tv Cultura.
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Banquete de sapos

Ontem ouvi de uma criança, uma história fantástica sobre dois sapos. Uma delícia de história, principalmente no que se refere ao criativo, original e delicioso cardápio.

A Dona Sapa preparou um belo lanche para o Sr. Sapo, que a visitava em sua casa. Os pratos principais foram:
- um bolo de mato com cobertura de manga e cerejas.
- rolinhos de carne feitos com asas de borboletas, moscas e lagartixas. Modo de fazer: abra a asa da borboleta. Recheie com moscas e lagartixas. Enrole e leve ao forno.
- de sobremesa uma torta de massa de manga misturada com banana. Cobertura de fatias de maçã e cerejas. Modo de fazer: corte a manga e a banana. Bata no liquidificador. Coloque em um tabuleiro. Depois coloque as fatias de maça. Leve ao forno por 10 segundos. Coloque as cerejas e está pronto para servir.

Uma delícia!

Ouvindo atentamente o preparo da comida, suspeitei que a sapa queria consquistar o sapo pela barriga! Já estava curiosa para saber o que iria acontecer.

Até que veio o último e preferido prato do Sr. Sapo: a sopa de baratas!

Não deu outra! O Sr. Sapo ficou muito apaixonado pela Dona Sapa e a pediu em casamento!

E eu ganhei o primeiro convite !!

domingo, 31 de agosto de 2008

Gelinhos de mamão


Alguns encontros sãos mais especiais. Quando as pessoas se gostam e compartilham um tempo em harmonia. Não há pressa. Escutamos uns aos outros e assim nos conhecemos ainda mais.
Gosto dos encontros em que aprendo a ser mais afetuosa, mais paciente e amorosa.
Hoje tive um encontro assim, em um lar de pessoas amigas.

Da rua já era possível ver o cuidado. A casa colorida em cores diversas e cheia de flores naturais. Cada uma no seu vasinho que lhes dá indentidade no convívio floral. No quintal, frutas e verduras plantadas em um pequeno canteiro, com tamanho suficiente para permitir crescer um pé de mamão bem carregado de frutos.
Ao lado de cada plantação, uma plaquinha. Sim, é merecido o registro, pois as plantas foram semeadas pelas mãos e pela vontade do pai da casa. Cada planta com sua poesia. Nos escritos, a sabedoria em agradecer o alimento de cada dia.

Na varanda era possível sentir o vento no rosto e ouvir, no silêncio, o canto dos pássaros voando pelas redondezas. Na mesa do almoço, a presença de um jarro de um suco muito engenhoso, criado pela mãe da casa. Suco de maracujá com mamão cortado em bolinhas, parecendo gelinhos de mamão, acompanhado de uma comida feita com muito carinho.

De sobremesa, música em família. Um momento para conhecer e cantar a canção que cada um gosta de ouvir. Um tempo para poder dizer o quanto cada melodia é linda ou engraçada ou antiga. Ali juntos, a filha e o filho da casa. Cada um participando na construção de um só som.
Quem era da casa e não estava, veio para a roda em fotografia e lembrança. Estão em outra cidade, cuidando de seus afazeres.

Para despedir, um cafezinho feito na hora, encerrando a conversa, na promessa de um reencontro. Para consolidar o compromisso, ganhei um texto, que fala dos valores de nossa terra, escrita por um professor de português. O mesmo que cultiva o jardim da casa.

Quando existe cuidado e amor dentro de um lar, é possível sentir no ar. E pelo ar que compartilhamos, vamos aprendendo cada dia mais, a semear mais amor, mais perdão, mais paciência com as pessoas que estão perto de nós. Estamos juntos para isso: plantar em nosso canteiro íntimo todos os bons sentimentos que irão expirar a paz, através de nossas atitudes, para que depois os outros a inspirem, e assim por diante..

Tim, tim!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Te chamo de boniteza

Nós guardamos o seu sono
Todas as noites à meia-luz
Respeitando a sua natureza
de dormir quando o céu escurece

Neste lar tem amor
e reconhecemos o quanto nos alegra
a sua companhia, sua fome, sua braveza,
sua cor

Tem nome doce
Querida companhia, a quem dedico tantas canções
Plantei a sua casa com as mãos.
Cuido.
Não durmo sem antes vigiar o seu sono

Invento belas declarações de amor
E a cada dia me supero
Agradecendo pela criatura perfeita que ganhei
Que é lindo,
porque é o meu

domingo, 17 de agosto de 2008

Minha frase de hoje

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Ivan Lins/Vitor Martins - Cartomante



Tempo bom


Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar

Composição: Marisa Monte, Pedro Baby, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Me dei uma chance


Hoje resolvi buscar um esporte para praticar. Um esporte coletivo. Há anos não me mexia neste sentido. Ultimamente, só trabalho. Procurei um clube. Quando entrei, logo percebi a movimentação saudável de todas as idades de pessoas praticando atividades físicas.
As quadras de peteca estavam cheias. As de tênis também. A piscina, o campo de futebol, a academia, o estacionamento.
Por um momento me senti sendo a última pessoa a chegar: 'todos chegaram antes de mim'. Fiquei parada, olhando. Tentando entender aonde ficou aquele tempo meu, em que eu brincava na rua, corria leve, topava todos os desafios de velocidade em bicicleta, pulava muros, treinava natação, estava sempre entre as melhores no esporte na escola. Tive quedas de bicicleta memoráveis. Eu destestava ficar parada. Não gostava de televisão. Sempre tive a necessidade de viver o mundo de fora da minha casa, com muitas amizades legais.
Mas, por acontecimentos importantes em minha vida, me recolhi. Um recolhimento duradouro. Gerou alguns outros tipos de frutos, que não medalhas (..eu estava quase lá. Cheguei a ser convidada para treinar natação e competir oficialmente).

Hoje, naquele clube, me rendi à lição de que o tempo não volta. Porém, me dei a chance de viver um novo tempo, muitos anos depois. E consegui uma vaga para treinar com a turma de volei "master" feminino!
Ufa! Não fui a última a chegar! Porque minha vontade de recomeçar foi maior. Quem exclui possibilidades, somos nós mesmos. Eu fui muito legal comigo hoje!!
P.s: as medalhas da foto são as que ganhei, nadando quando criança. Ainda as guardo. Com o tempo vão mudando de cor, mas não de valor. Hoje as coloquei. Já que estou de parabéns! Semana que vem tem mais treino!

Ciclo Natural


Um trabalho bem interessante, educativo, que une arte e consciência ecológica. Para conhecer o trabalho acesse: http://www.ciclonatural.com.br/
No site é possível ver as fotos e ouvir as músicas, que são resultado da atenção às sucatas, que pelas mãos do homem são transformadas em instrumentos musicais.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Transformação

Diferenciação e reconhecimento. Compreensão. Transformação.

"Um Encontro de dois: olhos nos olhos, face a face.
E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus;
E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus;
Então ver-te-ei com os teus olhos e tu ver-me-ás com os meus." (Jacob Levy Moreno)

História da borboleta

Certa vez a vida me apresentou as borboletas. Mostrando que tudo se transforma. E que é necessário sair do casulo, passar por uma lagarta.. depois se colorir e voar. Então vem a parte colorida, doce, cheirosa, de poder conhecer as flores, distribuir as flores.. e partir quando tudo estiver feito. E voar ! Mais uma vez.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Delicadezas da natureza


Quando vi esta flor de perto, fiquei impressionada com a engenhosidade da natureza e a delicadeza. Tão delicada ainda com as folhas secas e duras. São estas folhas que abrigam as sementes. Essas pequeninas sementes.
É o tipo de coisa que não dá para fazer igual. Uma flor que tem a característica misteriosa de ser incrível. Parece uma obra de arte. Esta eu ganhei. E a guardo para olhar as sementes joaninhas. Elas nascem para voar..
Uma planta que não simplesmente cresce.. Ela se desenha cuidadosamente e aparece.