sábado, 2 de maio de 2009

Só cantando...

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O pedaço de música que me acompanhou durante todo o meu dia..


Quando gira o mundo
E alguém chega ao fundo
De um ser humano
Há uma estrela solta
Pelo céu da boca
Se alguém diz
Te amo!

E uma esperança
Desce junto
Com a madrugada
Como o sol surgindo
Cada vez mais lindo
Pela nossa estrada...



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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Meu nego do pastoreio

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Uma homenagem ao meu Negrinho do Pastoreio, que tenho cantado tanto...


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(imagem retirada do site http://www.jangadabrasil.com.br)

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Árvore das andorinhas



Neste feriado conheci uma árvore cujo tronco serve de morada noturna para andorinhas.

O fenômeno é sublime. Divino!

Por volta das 18 horas, centenas de andorinhas surgem no céu, cantando e voando. Aparentemente não há uma organização no voo. Porém, aos poucos elas vão se reunindo e voando mais baixo.

A sensação de quem está com os pés no chão, olhando para cima, é de que irá desabar um céu de andorinhas sobre nós.

De repente, uma andorinha, em um voo rasante, adentra o buraco do tronco desta árvore (foto). Suas asinhas chegam a bater nas bordas. Podemos ouvir o som.

Após alguns segundos, dezenas delas vão descendo em fila, em alta velocidade e entrando na árvore. Passam bem perto de nossas cabeças. Algumas erram o rumo, desviam rapidamente e começam um nova tentativa.
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Às 6h da manhã elas saem na mesma velocidade que entram.
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Eu olhava tudo isso com encantamento. Fiquei pensando na harmonia desses pássaros. Na quantidade deles, como se organizam, como se preservam. Todas andorinhas dividindo o mesmo abrigo dentro de um tronco de árvore.
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Quem passeia por ali nem suspeita que dentro daquela árvore, dormem centenas de andorinhas.
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Que respeito temos que ter com a natureza !
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Precisamos pensar que não podemos sair derrubando árvores, sem saber do ecossistema, da natureza, que na essência somos todos nós, árvores da mesma terra, pássaros de um mesmo céu.

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domingo, 29 de março de 2009

Caminho de mim



Hoje começo o meu Caminho de Santiago.

Disse ontem, o professor Jorge Ponciano Ribeiro, que enquanto ele caminhava rumo à Santiago, leu a seguinte frase escrita por um peregrino: "Santiago é onde você está".

Sobre as bolhas nos pés e tanta beleza. Dou aqui o meu primeiro passo, rumo às novas descobertas, refazendo meu caminho.


Imagem retirada do site: http://caminodesantiago.consumer.es/historia/


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sábado, 14 de março de 2009

No silêncio..



Hoje foi dia da minha segunda aula de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) . Estou encantada com este novo aprendizado: a comunicação por gestos, expressões faciais e corporais.
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Meus professores são surdos e assim aprendemos comunicação no silêncio. A cada dia vencemos um pouquinho a timidez e a insegurança de isolar o sentido auditivo.
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Minha escola leva o nome deste homem da foto. Hoje assistimos um filme dele e, também, aprendemos o sinal de seu nome, que é o mesmo da escola.

Tive uma experiência muito interessante assistindo o filme ao lado de um colega surdo.
Experimentei um cinema sem som, pois o volume da TV foi colocado no "zero". Sem música ou efeitos sonoros que por vezes "falariam" pelas imagens.
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É ! Tenho desfrutado da oportunidade de aprender uma língua brasileira tão delicada, já na idade adulta. Penso que seria bom se aprendêssemos desde crianças.
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Fica aqui, para terminar, uma frase que li hoje a tarde em um porta retrato na escola..
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"Pensamos demasiadamente, sentimos muito pouco. Necessitamos mais de humildade que de máquinas. Mais de bondade e ternura que de inteligência. Sem isso, a vida se tornará violenta e tudo se perderá". Charlie Chaplin (1889-1977)
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Foto retirada do site: http://www.charliechaplin.com/

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segunda-feira, 9 de março de 2009

Minha música de hoje..

Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar ...





Disparada
Composição: Geraldo Vandré e Theo de Barros
Programa Ensaio (Tv Cultura) com Jair Rodrigues

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Falando em borboleta..

... na quinta-feira passada eu estava saindo de um trabalho e passei por uma lagarta no chão. O chão era feito de pedras pretas e estava um pouco molhado. Mas consegui enxergar a pequenina lagarta.

Uns três passos após a lagarta, parei. Resolvi voltar e tirá-la daquele lugar. Comentei com o porteiro do prédio: alguém irá pisar nela.

E o porteiro disse: ainda bem que você pensa assim. Porque as mulheres que passam por aqui costumam ficar com medo.

E eu disse: vou tirá-la daqui.

O porteiro me emprestou uma folha de papel.

Ao carregar a lagarta, vi que ela já estava ferida.

Coloquei-a sobre a grama, em um lugar longe da passagem de pessoas.

Hoje ela rasteja, mas amanhã será uma borboleta.


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